Além de ser um filme de Wes Anderson, de quem sou seguidora fiel, Moonrise Kingdom tem Bruce Willis e Edward Norton – dois dos atores que mais amo neste mundo. Como o filme abriu ontem (16) o 65º Festival de Cannes deve demorar ainda um tempo para chegar por aqui
Like Crazy ganhou em janeiro deste ano os prêmios de melhor drama e melhor atriz do festival de cinema de Sundance O filme conta a história do relacionamento à distância da escritora britânica Anna (Felicity Jones) e do designer de móveis americano Jacob (Anton Yelchin). Se o trailer é lindo assim, imagina ele todinho?
A direção é de Drake Doremus e a estreia nos Estados Unidos está prevista para dia 28 de outubro. Muito tempo pela frente.
O documentário Pearl Jam Twenty, como o nome sugere, faz parte da comemoração dos 20 anos de existência dessa banda maravilhosa. Só de assistir ao trecho da entrevista que David Lynch faz com Eddie Vedder, logo no começo do trailer, fiquei me coçando toda. E para completar a direção, roteiro e produção é do Cameron Crowe.
A estreia nos Estados Unidos e Canadá está programada para dia 20 de setembro.
De batom vermelho nos lábios, lápis negro borrado em torno dos olhos e cabelo espevitado, Sean Penn parece uma nova versão de Robert Smith, da icônica The Cure.
Ainda não tenho informações sobre a improvável semelhança despropositada entre personagem e pessoa real, mas nas minhas buscas encontrei um vídeo em que, aparentemente, o protagonista Cheyenne, vivido por Penn, assiste um clipe da banda inglesa.
Exibido no Festival de Cannes 2011, o filme de Paolo Sorrentino mostra a saga de um ex-rock star cinquentão (pelas minhas contas Smith deve estar chegando aos 52) que mora em Dublin e decide ir aos Estados Unidos para visitar o pai à beira da morte.
This Must Be The Place tem a trilha sonora assinada por David Byrne, fundador do Talking Heads e autor da canção que dá o título do longa. A produção tem lançamento marcado para 2 de agosto na França e ainda não tem previsão de estreia em solo norte-americano, quem dirá no Brasil. Uma pena.
O amor é universal, mas não é igual. Pensando nisso, o diretor Jill Andresevic decidiu acompanhar vários casais, entre 18 e 89 anos, durante um ano, em Nova York. E assim surgiu o documentário Love, etc., que já estreou nos Estados Unidos, mas por aqui só Deus sabe. É torcer para ser logo.
Entre um bocado de coisas em comum, dividimos a ansiedade. Pelas viagens que programamos para as férias, pelas novidades do trabalho que demoram a se instalar definitivamente, pelos shows que compramos com meses de antecedência, pela chegada de filmes que muitas vezes nem adentrarão as salas de cinema tupiniquins.
As buscas começam nem sempre objetivas, mas quando uma nova produção com cheiro de alegriazinha (como diria a Babi) encontra nossos radares, começa a espera. E com ela a busca. Logo, acabam aparecendo por aqui teasers, vídeos, making offs, entrevistas, trilhas.
Por isso, a partir desta quinta-feira, vamos concentrar nossa impaciência cinematográfica no Verdades. Daqui para frente, os filmes que já têm espaço cativo na nossa lista estarão reunidos no “Dá para estrear logo”.
Para inaugurar o espaço, foi escolhido The Myth of the American Sleepover, primeiro longa de David Robert Mitchell. Integrante da Semana da Crítica do Festival de Cannes 2010 e vencedor do Prêmio Especial do Juri do SXSW, tem estreia marcada nos Estados Unidos só para o final deste mês.
The Myth acompanha a última noite do verão de um grupo de jovens que decide fazer um sleepover no colégio em que estudam para receber os calouros. Para relembrar da época dos primeiros beijos, das paixonites agudas, da necessidade de fazer tudo ao mesmo tempo agora.
Recém-formadas em Jornalismo e com muitas ideias na cabeça, decidimos materializar nosso ócio criativo.
Este blog surgiu da nossa necessidade de escrever e libertar de nós mesmas algumas curiosidades, palavras, impressões; para apresentar nossas intromissões no universo cultural, manifestar nossas aspirações e desejos em relação ao mundo, dividir com vocês nossas verdades particulares.