Lembram daqueles bingos feitos especialmente para a Copa do Mundo de 2010 que vinham com frases do Galvão Bueno, Arnaldo César Coelho…? Pois é, acabei de encontrar uma cartela especial para filmes do Wes Anderson – que já apareceu por aqui nesta semana por conta da exibição em Cannes do seu novo longa, Moonrise Kingdom.
E o melhor de tudo é que dá para você fazer várias versões dessa tabela aí de cima com outras constantes e marcantes características das histórias de Anderson. É só clicar aqui.
Além de ser um filme de Wes Anderson, de quem sou seguidora fiel, Moonrise Kingdom tem Bruce Willis e Edward Norton – dois dos atores que mais amo neste mundo. Como o filme abriu ontem (16) o 65º Festival de Cannes deve demorar ainda um tempo para chegar por aqui
Amanhã (17) será a estreia mundial do documentário Big Easy Express, dirigido por Emmett Malloy, no SXSW – mega evento anual que reúne música, cinema, tecnologia e o que mais for possível adicionar à mistura na cidade de Austin, no Texas, desde 1986, o ano em que nasci.
O filme, que é um dos que eu mais quero assistir neste ano, mostra como foi a turnê de uma semana que as bandas Mumford & Sons, Edward Sharpe & the Magnetic Zeros e Old Crow Medicine Show fizeram juntas em abril do ano passado. Eles saíram de São Francisco e foram até Nova Orleans de trem.
E no sábado depois da exibição do documentário, os três grupos vão fazer um show para o pessoal que estiver por ali. A boa notícia para os que estão morrendo de inveja (bem o meu caso) é que a apresentação será transmitida ao vivo pelo My Space. Mais infos aqui.
Agora resta esperar para que as boas almas que habitam as distribuídoras tragam logo o documentário para cá.
Lembra da Escola da Vida, do amado Alain de Botton? Pois é, no dia 23 de outubro, Miranda July passou por lá para dar uma palestra sobre como lidar com estranhos. Incrível, as always.
Coisa linda de viver o filme Submarine, do diretor Richard Ayoade. Contar a história aqui vai fazer parecer ser mais um filme de paixonite adolescente. Bom, é e não é. O primeiro beijo, a primeira vez, o término do primeiro namoro. Tudo isso está lá. A diferença é que essas coisas acontecem com Oliver Tate – um garoto de dezesseis anos que tem um pai depressivo, uma mãe que resolve ter um caso com o antigo namorado que agora é um místico mequetrefe e que tem um gosto adorável por colocar fogo nas coisas.
Se isso ainda não te convenceu a assistir, a trilha sonora vai. Ela foi toda composta por Alex Turner, do Arctic Monkeys e posso dizer que no mínimo é sensacional. Veja e ouça. No regrets.
Apesar de ter sido lançado lá fora em 2010, ele ainda não entrou em circuito por aqui. A sua chance é assistir na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo ou caçar algum link pela internet, que foi o que eu fiz.
A última sessão é na quinta-feira (3):
15h50 – Museu da Imagem e do Som
Avenida Europa, 158, Jd. Europa / CEP.: 01449-000 / TEL: (11) 2117-4777.
E o outro filme bonito pra caramba é o argentino Medianeras, de Gustavo Taretto. Vou resumir assim: a arquitetura esquizofrênica das cidades, misturada ao estresse pós-crise econômica, está nos sufocando. Tanto que vivemos por aí no mundo virtual e demoramos a enxergar coisas que estão ali no quarteirão.
Para assistir é só ir ao Reserva Cultural ou ao Playarte Lumière, aqui em São Paulo.
Recém-formadas em Jornalismo e com muitas ideias na cabeça, decidimos materializar nosso ócio criativo.
Este blog surgiu da nossa necessidade de escrever e libertar de nós mesmas algumas curiosidades, palavras, impressões; para apresentar nossas intromissões no universo cultural, manifestar nossas aspirações e desejos em relação ao mundo, dividir com vocês nossas verdades particulares.