Arquivo | Agosto, 2009

Caça ao clássico

31 Ago

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por Bárbara Bom Angelo

Sentindo falta dos áureos tempos de criança? O trabalho explorador de oito horas por dia não te permite nenhuma distração? Que tal brincar de caça ao tesouro sem sair da frente do computador?

Pois é, esse é o mote da promoção da linha Classic da Reebok, que está trazendo tênis com ar vintage. Para participar é preciso acompanhar as pistas que serão postadas no twitter e no hotsite da campanha.

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Cada dica levará a um pé de tênis, que estarão escondidos no portal da MTV. Quem conseguir completar o conjunto vai ganhar dois convites para uma festa no Sonique Bar, no dia 29 de outubro.

Além de ser agraciado com uma grana de consumação, ainda não especificada, os ganhadores farão parte de um sorteio com os tênis da marca.

Ah, cada pessoa pode ganhar mais de uma vez e, assim, levar a galera toda para soltar os quadris.

Mais informações aqui.

Monster Auditions

31 Ago

Comichão e coçadinha

30 Ago

Espalhe tarjas de censura por aí

29 Ago

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por Bárbara Bom Angelo

Vaso ruim não quebra. E a censura é um desses males que insite em resistir às empreitadas dos que tentam por um fim definitivo a ela. Mas sempre que se dá uma respiradinha e deixamos de vigiar com atenção, ela bota as manguinhas de fora. Foi o que aconteceu no final do mês de julho com o Estadão, como mostra o trecho de texto acima.

Na tentativa de evitar que essa praga caminhe por outros meios, surgiu um movimento online que coloca tarjas pretas com a inscrição CENSURADO em qualquer site e perfil no Twitter. Tudo para chamar atenção e não permitir que os adversários da liberdade de expressão cresçam por causa da falta de conhecimento e apatia dos mais interessados na circulação livre de informação.

Para apoiar, basta entrar no Censura Nunca Mais, digitar os sites que deseja “censurar” e também permitir o acesso a sua conta do Twitter.

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Second Wind

29 Ago

Coisas para fazer em vez de se matar

28 Ago

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por Bárbara Bom Angelo

Iniciativa do projeto The Lost Soul Companion, que auxilia artistas, músicos, escritores e atores que estejam mergulhados ou perto de se afundarem na depressão. A mensagem acima é do escritor John Kennedy Toole, ganhador do Pulitzer de 1980, que já andou por essa melancólica estrada.

Big Buck Bunny

28 Ago

Curtas de animação na Cinemateca

28 Ago

por Bárbara Bom Angelo

Amanhã e domingo, a Cinemateca Brasileira apresenta uma seleção de curtas de animação franceses. Ao todo serão exibidas 30 produções, que foram divididas em três grupos: Ah! O amor…, Do curta ao longa e Temáticas sociais.

O primeiro, obviamente, trará histórias relacionadas ao sentimento mais explorado no mundo. Já o segundo traz trabalhos de nomes renomados da animação francesa, como Sylvain Chomet, o responsável pelo maravilhoso As Bicicletas de Belleville. E o último falará de questões como guerra, preconceito e consciência ambiental.

Um curta já conhecido desse caderno sem linhas terá seu momento no sábado, às 16h. É o Para que serve o amor, de Louis Clichy.

E não se aflija se você não entende patavinas de francês, todos os pequenos filmes terão legendas no nosso reformado português. A programação completa você encontra no site da Cinemateca.

Vá:
Cinemateca Brasileira
Curtas de animação franceses
29 e 30 de agosto
Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana
Entrada de R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
(11) 3512-6111 (ramal 215)

Sentindo a noite

27 Ago

O amor real

27 Ago
imagem garimpada no weheartit

imagem garimpada no weheartit

por Bárbara Bom Angelo

amar no começo é simples. não há nada que incomode, irrite ou faça perder a vontade. quando aparece algo que não agrada, em vez de virar defeito, se torna charme. parece que um véu cobre os olhos, impedindo que a realidade se imponha. esse amor dura apenas um tempo e é importante que seja assim. os que vivem eternamente nesse momento não duram. a ilusão enjoa e acaba por ser insuficiente. os que conseguem pular de fase começam a viver algo mais palpável, verdadeiro, sincero. os defeitos aparecem, as brigas vêm e é importante que seja assim. servem de prova para avaliar as horas perdidas com gritos, sempre intercaladas com beijos e sorrisos soltos. passada a etapa de testes, os sobreviventes se encontram em um lugar calmo, com um amor que não machuca, apenas completa. e é aí que os sonhos parecem mais próximos e a vontade de ficar junto não tem mais prazo de validade… é amor sem poréns, sem condições, sem medos… é o amor real.

(áquele que faz dos meus risos mais felizes)