Não deixe o samba morrer

14 Set

por Natália Albertoni

Samba não tem idade. Nem distinção de cor, raça, escolaridade. Não escolhe por quais lábios será beijado ou por que mãos será cadenciado. Não convive com preconceito.

Não tem hora ou lugar. Entoado nos altos falantes da vitrola sexagenária, nos fones da caixinha fina e retangular abastecida de uma quase infinita quantidade de canções compatível com sua memória de elefante, na roda improvisada sob a areia umedecida pela garoa fina de fim de inverno.

Não escolhe companhia e se imortaliza na singeleza de um momento sincero. Entre amigos, desconhecidos, letrados e ignorantes, cantores e desafinados.

Mas só para garantir, fica o pedido… Não deixe ele morrer.

imagem: arquivo pessoal

imagem: arquivo pessoal

imagem: arquivo pessoal

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