Uma descoberta encantadora

14 Dez

por Natália Albertoni

Voz macia, penetrante, tranquila.  Juliana Kehl faz parte da safra de jovens cantoras e compositoras que têm encantado o público e a crítica nos últimos 10 anos. O disco que recebe seu nome foi lançado esse ano e apresenta dez faixas de sua autoria ou frutos de parceria, além de Outras Mulheres, de Joyce e Paulo César Pinheiro, e Oiê, do pernambucano Júnio Barreto.

Seus sambinhas e melodias delicadas quase sempre mesclam uma cuica marcante, o dedilhar preciso no bandolim e alguns sons eletrônicos. O batuque e os tons altos lembram Roberta Sá e Maria Rita, já os graves, remetem à consagrada Marisa Monte. Mas não por isso lhe falta personalidade.

A exemplo de muitas revelações dos palcos brasileiros, Juliana também começou como intérprete. No início da carreira musicou poemas e, só depois, tornou-se compositora por sugestão de um produtor. Hoje caminha com as próprias letras, carregadas de suavidade e embalos dançantes.

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