A dança da bola de sabão gigante

31 Ago

A ansiedade pela chegada do feriado quase não cabe em mim! Fico repassando vídeos mentais que registrei nos meus olhos ao longo dos anos e não vejo a hora de sentir a areia colar no meu corpo mais uma vez. Engraçado pensar nisso, porque antes eu brigava, sem sucesso, com os grãozinhos pegajosos que insistiam em colar nos cabelos, joelhos, cotovelos.

Quero experimentar aquele frio na barriga que antecipa o contato do pé com a água do mar que sempre está gelada, não importa onde. Brincar de jogar vôlei até escurecer. Observar atenta o nado nada sincronizado dos meus amigos para garantir que eles cheguem até aquela cordinha que pendura boias feito um colar de miçangas gordas. Ver o sol nascer e o céu mudar de cor: preto, azul-escuro, roxo, rosa, alaranjado…

Só faltava essa bola de sabão. Para relembrar os tempos em que o maior problema era fazer um castelinho de areia elaborado, criar barreiras enormes para que ele não fosse derrubado pelas ondas raivosas do fim do dia, ou mergulhar imitando sereias.

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