Tag Archives: arte

Dupla exposição e tinta

6 Jan

por Bárbara Bom Angelo

Pakayla Biehn pegou as fotos mais lindas feitas a partir da dupla exposição, que vivem rodando pela internet a fora, e transformou em pinturas mais incríveis ainda. As imagens em que ela se baseou são de Alex Welsh, Marija Strajnic, Kendall Paulsen, Max Tomlinson, Chloe Aftel, Sabino Aguad, Jean-Pierre Guenec, Tamara Lichtenstein, Jeff Enlow e Tanya Prilukova. Dá uma pesquisada em cada um porque vale a pena.

Para ver a série completa clique aqui.

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Os quadros feitos de beijos

8 Set

por Natália Albertoni

O amor de Natalie Irish pela pintura expresso em beijocas cor de carmim!

 

 

Vi aqui.

Back to Basics: os eletrônicos de papel

15 Jul


por Natália Albertoni

É a coisa mais linda o novo projeto do Zim & Zou. O estúdio francês instalado em Nancy (França) tem Lucie Thomas e Thibault Zimmermann na direção. Colegas de sala quando estudaram artes em uma escola de Design, decidiram trabalhar juntos. Hoje, oferecem propostas com uma pegada contemporânea, um mix de escultura de papel, design gráfico, instalações, ilustrações, webdesign.

Dá uma olhada no making of:

Daqui.

 

 

#5 Moleskine dos outros

13 Jul

por Natália Albertoni

José Azevedo só tem saudades do que já viveu. Formado em Comunicação Social, Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Espírito Santo, sente falta dos tempos da faculdade, mas seu lance é daqui para frente.

Natural de Vitória (ES), já esteve de passagem na terra da garoa, mas fincou raízes bem longe daqui. De Bremen, onde mora com a esposa alemã, o diretor de arte e ilustrador ainda assina alguns trabalhos para o Brasil, mas no momento quer estudar.

Começou a desenhar nos lendários caderninhos usados por Picasso e Hemingway em 2009, quando andava desiludido com a profissão. Sua inspiração vem de filmes, livros, das ruas, da família, de rodas de boteco com os amigos.

Até hoje já preencheu cinco Moleskines com seus traços coloridos. Mas acha pouco. Seus Sketchbooks são seu vício e sua libertação. Para entender um pouquinho mais sobre quem está por trás dessas peças que você vê aqui, segue a entrevista que fiz com José por e-mail.

O nome que aparece no seu RG:  José Alves de Azevedo Neto.

Apelido/nome artístico: José Azevedo.

De onde é? Vitória, Espírito Santo.

Para onde vai? Na verdade já fui. Moro em Bremen, norte da Alemanha.

Você já morou em São Paulo. O que mais gosta e sente falta na cidade? São Paulo é uma cidade fantástica. Gosto de muitas coisas. Mas o que eu mais sinto falta, por incrível que pareça, é do McDonald’s 24h na Henrique Schaumann com Rebouças.

 Você trabalhou com clientes grandes. Qual foi o maior projeto que você comandou profissionalmente? E o que abriu mais portas? E aquele que você mais gostou? A peça “Sabores do Mundo” para a Häagen-Dazs consistia em criar jogos americanos para uma promoção que eles fizeram. Esse job estava parado na agência havia um ano. Foi e voltou do cliente inúmeras vezes. E eles aprovaram a minha idéia e ilustra de primeira. Considero um dos maiores [trabalhos] devido à dificuldade. Foi o primeiro de ilustração pelo qual eu recebi alguma grana.

Trabalhar para a Super Interessante foi muito gratificante e me abriu muitas portas. Senti orgulho ao ver um trabalho meu em uma revista tão legal e conhecida. Mas os que mais gosto são meus Sketchbooks. Eles estão alheios a qualquer julgamento. Eu faço o que quero, como quero, sem ninguém dar palpite. É libertador.

Como você explicaria o seu trabalho para a sua mãe? Minha mãe sabe bem o que faço. Ela me viu desenhar desde criança e ouviu muito minhas lamúrias de trabalho, de chefe, de cliente…

O que veio antes: a arte ou o trabalho? O trabalho. Ele me deu condições para gostar mais de arte.

Lembra quando comprou seu primeiro Moleskine? Como foi? Sim. Eu tinha voltado a Vitória, depois de quase dois anos em São Paulo. Estava buscando outros caminhos, já que estava um pouco chateado com a publicidade. Entrei no Mercado Livre e comprei um pacotinho com três Moleskines. Daí comecei a desenhar frenéticamente. Virou um vício (bom) mesmo. Eu já desenhava muito, mas perdia meus desenhos porque usava folhas avulsas. Então foi meio que uma descoberta.

O que são suas peças? Algo que tenho paixão por fazer.

Tem um preferido entre seus Sketchbooks ? Tenho alguns desenhos preferidos: o I Love Beer e o Bota na Conta do Papa, por exemplo.

Você já foi premiado por seu trabalho. Qual prêmio representa mais para você e por quê? Receber prêmios é muito bom. Eu seria hipócrita se dissesse o contrário. Mas, para ser sincero, o que mais me agrada é ver a repercussão sobre meus desenhos nos Sketchbooks. Porque é algo que mostra quem eu sou, não só profissionalmente, mas pessoalmente também. (ô loko, mêu.)

Qual é o seu lugar preferido para criar? Pode ser em qualquer lugar sem muito barulho, um bloquinho de papel e minha lapiseira.

O que você mais gosta de fazer quando precisa fazer nada? Tem algum hobby? Adoro cozinhar. Sou fã do Gordon Ramsay (chef inglês), vi todos os shows dele.

Qual sua maior preciosidade? Acho que o que aprendi até aqui. Minha mãe e minha sogra sempre falam: podem tirar tudo de você (materialmente falando), menos o seu conhecimento.

Tem saudades de alguma coisa que você não viveu? Tenho saudade de coisas que vivi. Da UFES, da minha banda, das Copas Caroço na casa do Mendonça e do Pegoretti… Mas não tenho muito essa de momento nostalgia. Foi legal, mas o lance é daqui pra frente.

Para ver mais, clique aqui.

Arte na cara

6 Jul

The Son of Man, de Rene Magritte

por Bárbara Bom Angelo

Nada de telas convencionais. O negócio do fotógrafo Andy Alcala é reproduzir arte no próprio rosto. Ele já fez versões de obras de Andy Warhol, Rene Magritte, Jackson Pollock, Van Gogh, Edvard Munch, Banksy e muitos outros. Para ver todas as fotos da coleção FaceArtists é só clicar aqui.

Via Is that art?!

Street art mais do que difundido do Banksy

Street art mais do que difundido do Banksy

Noite Estrelada, de Van Gogh

Sopa Campbells, do Andy Warhol

O Grito, de Edvard Munch

Jacks, Dean, Alison e as cores do Dead Weather

18 Maio

por Natália Albertoni

Em ritmo acelerado, as tintas de Max Neutra reproduzem as feições dos integrantes do The Dead Weather, a nova velha banda de Jack White. Conforme a melodia ganha cores, Alison Mosshart (The Kills), Dean Fertita (Queens Of The Stone Age) e Jack Lawrence (The Raconteurs) e o próprio White ganham seus retratos.

Vi no site oficial, onde tem mais vídeos e fotos do grupo.
The Dead Weather foi criado em 2009 e já tem dois discos lançados, Sea Of Cowards e Horehound.

Os 50 melhores álbuns do ano com capas minimalistas

7 Dez

por Bárbara Bom Angelo

Ah, dezembro… Luzinhas espalhadas pela cidade, shoppings ultralotados e listas, muitas listas. Listas? Sim, listas de presentes, de promessas e dos melhores do ano. Essas últimas são quase uma obsessão minha, ainda mais quando se trata de música.

Da muitas que já vi por aí, a que mais me atraiu foi a que o blog do My Space fez elencando os 50 melhores álbuns de 2010. Todos os escolhidos vieram com uma versão mininimalista pra lá de bacana da arte da capa. As ilustrações são obra do Vahalla Studios, que vale uma visita à parte.